Vídeo – Improvisos – Fusion
17/11/11
Ai está um improviso em estilo fusion, que é uma mistura de jazz, funk, rock e etc. Embora apareça no vídeo, o amplificador da Ibanez não está sendo usado. É só por questão de estética. Eu utilizei o Guitar Rig 4 com simulação de um Marshall 8080. Para gravar com o amplificador microfonado eu precisaria ter uma ambientação acústica que não tenho.
Estou usando uma Gibson Studio Faded Cherry. Já tive Gibson Custom de 1986 e fora o peso e estética é a mesma qualidade. Comprei com medo mas depois que eu pluguei e toquei eu disse: “É uma Gibson”
Vídeo – Round Midnight
07/08/11
Ainda nessa fase Cool Jazz ai vai mais um sucesso. Esse standard de jazz famosíssimo e muito regravado por ai é do Thelonius Monk, pianista dos anos 40 que ao contrário dos outros que improvisavam com muitas notas, era econômico e com 2 ou 3 notas fazia o que outros faziam com 10. O que importava eram poucas e boas notas.
Essa música foi até tema do filme com o mesmo nome, de 1986, do diretor Bertrand Tavernier, Por volta da meia noite, tradução daqui é um filme repleto de musicalidade e com grandes nomes do jazz como Dexter Gordon, Herbie Hancock atuando e tocando à rodo. Vale a pena assistir. Aqui eu dou um toque violonístico e faço algumas improvisações. Gravei com um C3 da Behringer e processei no Sonar X1 com reverb e o Tube Leveler, simulador de pré valvulado para deixar o som mais quente.
Vídeo – Blue in Green
01/08/11
O Cool Jazz é um estilo muito difundido pelo Miles Davis nos anos 40. Trata-se de uma melodia lenta, onde se faz cada nota valer, com ar melancólico e que alguns arriscam dizer que é uma melodia preguiçosa. Neste estilo está fora o virtuosismo de notas rápidas. Alguns nomes do cool jazz são: o saxofonista Lester Young, arranjadores como Gil Evan e Gerry Mulligan, o trompetista Chet Baker, que foi chamado de “príncipe do cool jazz”, o The Dave Brubeck Quartet que gravou o álbum Time Out em 1959 que fez um grande sucesso entre outros.
Esta música Blue in Green é do álbum do Miles Davis Kind of Blue de 1959.
Vídeo – Samba de uma nota só
09/07/11
A letra desta música é de uma criatividade ímpar. Se você perceber as duas primeiras frases tem apenas uma nota na melodia enquanto a harmonia vai se enriquecendo a cada tempo. Depois nas duas frases seguintes muda para outra nota que se mantém. Na segunda parte da música são utilizadas notas à vontade exatamente de acordo com a letra e depois volta para uma nota só também conforme a letra diz. É muito inteligente isso deixando a música com uma riqueza só.
Eis aqui este sambinha feito numa nota só. Outras notas vão entrar, mas a base é uma só. Esta outra é conseqüência do que acabo de dizer. Como eu sou a conseqüência inevitável de você. Quanta gente existe por aí que fala tanto e não diz nada, Ou quase nada. Já me utilizei de toda a escala e no final não sobrou nada, Não deu em nada. E voltei pra minha nota como eu volto pra você. Vou contar com uma nota como eu gosto de você. E quem quer todas as notas: ré, mi, fá, sol, lá, si, dó. Fica sempre sem nenhuma, fique numa nota só.
Vídeo – Yesterday
09/07/11
Vídeo – Lately
09/07/11
Música do Steve Wonder que também foi gravada pela Gal Costa. É uma balada pop que eu gravei numa linguagem violonística com direito a algumas improvisações. Um dos raros vídeos que tem um fundo verdadeiro em pleno sofá e à vontade. Usei os microfones C3 da Behringer e o SM-57 da Shure em estéreo cada um com um timbre peculiar mas que juntos dão um timbre muito gostoso ao violão.
Vídeo – Eu sei que vou te amar
09/07/11
Linda bossa-nova do Tom Jobim. Aqui fiz um arranjo totalmente violonístico. Fiz o tema e algumas improvisações entre frases. Não mudei quase nada pois a melodia e a harmonia já são bem ricas. Gravei com dois microfones em estéreo. O Behringer C3 e o Shure SM-57. Embora eu grave bastante com o o Yamaha Magicstomp como simulador de microfonação, nada se compara a microfones de verdade para uma captação mais autêntica.
Vídeo – Blue Bossa
09/07/11
Famoso standard, é uma das músicas mais gravadas no mundo do jazz com diversas versões diferentes. Na minha versão fiz algo bem violonístico com uma mistura de clássico e jazz com bastante improvisação. Gravei com um microfone Behringer C3 e controlei remotamente o Sonar X1 pelo IPAD eliminando ruídos indesejados do PC.
Vídeo – Em teus braços
09/07/11
Mais um hino do Cantor Cristão, hinário batista em desuso há anos. Como a música original é simples procurei dar uma recheada através da técnica de trêmolo, totalmente violonística, como se pode observar na segunda parte da música e na introdução. Não usei nenhum tipo de improvisação, o que é muito raro quando eu toco, já que eu gosto de fazer uma pequena diversão em cima da música. É só o tema, parte A e B repetidos com algumas variações. Violão microfonado com o Behringer C3 e com o Shure SM-57. Como não tenho uma sala separada para gravação com microfone dá pra perceber um chiado do PC com ouvidos mais exigentes, algo que eu sanei nas próximas gravações gravando com o Notebook em outro ambiente e controlando remotamente através do IPAD já que ele é totalmente silencioso. Mas fica como registro. Não tenho do que me envergonhar haja vista o que eu tenho visto de gravação suja no youtube.
Vídeo – Autumn Leaves
09/07/11
Famoso standard de jazz com inúmeras regravações. Aqui faço o tema com algumas improvisações em cima. A curiosidade aqui é que gravei esta música no banheiro pra testar o Behringer C3 com certa ambiência ligado no modo Omni para captar a ambiência. Mesmo assim eu coloquei um pingo de reverb pra compensar o espaço muito pequeno. Tudo isto como experimentação sem deixar de lado a qualidade. Para gravar nessas condições precisa haver uma vedação acústica muito grande para não comprometer o todo. Para não haver ruídos comprometedores que o PC costuma deixar, já que o meu é muito barulhento, gravei em outro ambiente e controlei a gravação pelo Sonar X1 remotamente pelo IPAD que é totalmente silencioso. Bastante trabalhoso e tem que torcer para que na madrugada não haja nenhum barulho externo à residência.


