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Não raras vezes o músico se depara em ouvir algumas frases sem nenhuma maldade, porém infelizes e impensadas.

Eu tenho algumas pérolas que tanto eu como outros colegas estão cansados de ouvir.

Se você tiver mais alguma poste no comentário.

  • Você só toca ou trabalha também?
  • Que pena! Não tem ninguém que canta na banda? Vocês só tocam o playback? (E é difícil explicar que essa música instrumental não tem letra)
  • Ué, até agora ninguém começou a cantar!?
  • Puxa, você toca que nem profissional!!! ...continuar lendo "Pérolas"

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Eu ouço muitas reclamações de alguns violonistas em relação ao desconforto e dores nas mãos ou nas costas na hora de uma execução ou ao final de uma jornada de estudos.

Como utilizamos basicamente os músculos e tendões das mãos é muito importante o cuidado com a saúde em relação a eles, uma vez que a execução de um instrumento requer movimentação constante, estas que se forem feitas de maneira inadequada poderão trazer sérios desconfortos na hora da sua performance ou tardiamente no futuro uma lesão que poderá lhe impedir de continuar executando seu instrumento. ...continuar lendo "Alongamento"

O ser humano sempre teve uma gana muito grande em rotular as coisas e pessoas.

Muito raramente as pessoas quando se conhecem não perguntam umas às outras o que fazem para que então lhes coloquem uma legenda de identificação, quando já não as têm, porque somente o nome não é suficiente para identificação.

Há uma necessidade grande em se rotular o músico ou a música.

"Você é músico do quê?", "Erudito ou popular?", "Jazz ou Rock?", "Qual o estilo desta música?", "É secular ou gospel?" são perguntas frequentes da curiosidade musical humana. ...continuar lendo "Rótulo Musical"

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Quem é o melhor violonista do Brasil? Qual o melhor guitarrista do mundo?

Quando fazemos essas perguntas estamos nivelando pessoas, e quando nivelamos pessoas existe uma probabilidade enorme de estarmos cometendo injustiça no que diz respeito a exclusão e eliminação.

Ao contrário de uma competição, onde é necessária uma avaliação com suas pontuações pré-definidas sem as quais não é possível classificar ou até eliminar, a música, a arte em geral não é um campeonato em que alguns são vencedores e muitos são perdedores, eliminados, excluídos. ...continuar lendo "Qual o melhor do mundo?"

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Take 5, Take 4, Take 6, Take 3...
Tem fórmula de compasso a escolher...
Este jazz do Paul Desmond, que ficou conhecidíssimo pelos fãs do jazz através da gravação do Dave Brubeck, que pode ser apreciada logo abaixo, é originariamente em compasso 5/4. Eu toco a parte A como no original e na passagem para a parte B faço um 4/4 pra quebrar, e nas improvisações uso 6/4, 7/4, 3/4 e juntamente improviso dentro das diversas possibilidades dentro de um mesmo acorde em diversos modos diferentes: Am, Am6, Am b6, A7 9, A7 #9, A alt, A dim, etc... ...continuar lendo "Take Five"

O velho e tradicional hino do hinário "Cantor Cristão - Em Jesus amigo temos" com uma roupagem jazzística com bastante improvisação.
Nesta gravação utilizei microfonação com o Shure SM-57 mixado com a captação RMC. ...continuar lendo "What a friend we have in Jesus"

Esta é uma versão de "Via Dolorosa", uma música com harmonia simples e uma melodia arrasadora.
Usei um Behringer V-Tone GDI-21 com simulação de amplificador dando uma saturação clássica no som da guitarra.
Após isso tratei o som com o Sonar 6.0 utilizando equalizadores, reverb e principalmente o processador de efeitos nativo do programa com um poderoso compressor, o Vintage Channel VC64. ...continuar lendo "Via Dolorosa"

Jesus Cristo mudou meu viver. Eu fiz um pequeno arranjo em estilo jazzístico nessa música, na concepção harmônica, e também em função das inúmeras improvisações melódicas e rítmicas dentro do tema...
A improvisação na verdade nada mais é do que uma releitura instantânea da música de acordo com a experiência, conhecimento musical e técnica.
É uma homenagem a música de acordo com seu estado de espírito. ...continuar lendo "What a Difference You've Made in My Life"

Eu gravei um pequeno teste com acordes e improvisos no Violão Ramá Modelo "Original".
Tem um timbre muito bom, aveludado, mas tem que saber regular bem a equalização, pois se usá-lo no máximo de agudos o som fica muito estridente, portanto perde o brilho.
É um violão muito leve(tanto pra tocar como pra carregar) e macio, não indicado para quem tem técnica pesada como é meu caso, pois tive que segurar bem a mão, porém dá uma velocidade muito grande. ...continuar lendo "Teste Violão Ramá"