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Mais um hino do Cantor Cristão, hinário batista em desuso há anos. Como a música original é simples procurei dar uma recheada através da técnica de trêmolo, totalmente violonística, como se pode observar na segunda parte da música e na introdução. Não usei nenhum tipo de improvisação, o que é muito raro quando eu toco, já que eu gosto de fazer uma pequena diversão em cima da música. É só o tema, parte A e B repetidos com algumas variações. Violão microfonado com o Behringer C3 e com o Shure SM-57. Como não tenho uma sala separada para gravação com microfone dá pra perceber um chiado do PC com ouvidos mais exigentes, algo que eu sanei nas próximas gravações gravando com o Notebook em outro ambiente e controlando remotamente através do IPAD já que ele é totalmente silencioso. Mas fica como registro. Não tenho do que me envergonhar haja vista o que eu tenho visto de gravação suja no youtube.

Famoso standard de jazz com inúmeras regravações. Aqui faço o tema com algumas improvisações em cima. A curiosidade aqui é que gravei esta música no banheiro pra testar o Behringer C3 com certa ambiência ligado no modo Omni para captar a ambiência. Mesmo assim eu coloquei um pingo de reverb pra compensar o espaço muito pequeno. Tudo isto como experimentação sem deixar de lado a qualidade. Para gravar nessas condições precisa haver uma vedação acústica muito grande para não comprometer o todo. Para não haver ruídos comprometedores que o PC costuma deixar,  já que o meu é muito barulhento, gravei em outro ambiente e controlei a gravação pelo Sonar X1 remotamente pelo IPAD que é totalmente silencioso. Bastante trabalhoso e tem que torcer para que na madrugada não haja nenhum barulho externo à residência.

Música do George Benson que ele gravou nos 80 com o Earl Klugh. Estilo Smooth Jazz que é basicamente um pop um pouco mais refinado harmonicamente. Usei microfone Behringer C3 para a captação com ajuste direcional. Gravei esta música muito rápido talvez pela simplicidade dela embora em qualquer música eu sempre tento me utilizar de todos os recursos melódicos, harmônicos e rítmicos que são também muito importantíssimos na hora da execução.

Música do João Bosco com uma levada de samba. Este estilo combina muito bem com o violão. É bem complicado para o violonista iniciante e intermediário pois requer uma complexidade na mão direita para fazer a rítmica e isso muito mais quando se faz a harmonia, melodia e ritmo tudo ao mesmo tempo. Mas este é um swing que está mais latente no brasileiro. Nossa música é muito rica e muito exportada pra vários continentes e as vezes mais conhecida por lá do que por aqui. Utilizei como captação o microfone da própria câmera já que o isolamento acústico estava perfeito. Mas foi um teste e não pretendo fazer novamente.

Quando gravei meu CD tinha esta como uma das músicas escolhidas com outro arranjo, mas no fim acabei descartando porque tinha outras prioridades, mas é uma música que gosto muito, também uma relíquia do hinário batista, o Cantor Cristão. A música originalmente é muito simples, mas o mais bacana em uma música assim é saber temperá-la com uma boa harmonia, improvisações e bastante técnica e eu usei pitadas de flamenco e de violão clássico. Na verdade a música é simples ou fácil dependendo da maneira como você a executa.

Escolhi esta relíquia do velho hinário batista, o Cantor Cristão e fiz um arranjo com algumas improvisações dentro do meu estilo que é uma mistura de clássico com toques de flamenco e jazz basicamente. A música é bem simples o que torna maior o trabalho de reharmonizá-la mas no final fica com um sabor bem temperado.

Ai vai um pouco de blues. Esta música tem uma simplicidade melódica muito grande trazendo uma grande responsabilidade que aprendi vendo o Miles Davis tocando: quanto menos notas mais expressivas elas devem ser. Os trompetistas fazem muito isto até porque o instrumento permite várias nuances de sons além do sustain. Se tocasse no violão, sem sustain eu teria que me utilizar de outras técnicas para dar expressividade à melodia. Eu pus um leve saturação do próprio ampli e improvisei bastante em cima usando tudo o que vem à tona. Eu usei o Guitar Rig 4 para fazer a simulação do ampli.

Música de Wayne Shorter em uma releitura diferente em 4/4, diferente do original em 3/4 e bem funkeada. Todos os instrumentos foram processados pelo IPAD utilizando o AMPKIT  e o AMPLITUBE. Usei o Baixo fretless com o Amplitube, guitarra sólida clean e com drive com simuladores Marshall no Ampkit, guitarra semiacústica clean com simulação do ampli Twin Reverb da Fender no Amplitube para IPAD eo violão com a única opção que é a do Ampkit. É uma pena não ter muitas opções para o violão, porém o Ampkit dá conta do recado com o simulador de ampli Acoustic e 4 falantes de 8''. O som parece do Marshall Acoustic que eu tenho.

Mais uma composição própria. Dueto de violão e guitarra. Apareceu a música na cabeça e de repente eu já estava gravando.

Esta música é curtinha, pra compensar o Blue Moon que saiu gigantesco.

A produção foi curtinha. Levei em média 6 horas pra terminar tudo e lançar no youtube.

Foram processados pelo IPAD utilizando o software Ampkit e editado pelo Sonar X-1 Producer Edition(áudio) e Magix Edit Pro 17 Plus(vídeo). Captado pelo Edirol UA-101(áudio) e Sony DSC-HX1(vídeo).