há 2 meses atrás - Nenhum comentário
Ai está um improviso em estilo fusion, que é uma mistura de jazz, funk, rock e etc. Embora apareça no vídeo, o amplificador da Ibanez não está sendo usado. É só por questão de estética. Eu utilizei o Guitar Rig 4 com simulação de um Marshall 8080. Para gravar com o amplificador microfonado eu precisaria
há 6 meses atrás - Nenhum comentário
Ainda nessa fase Cool Jazz ai vai mais um sucesso. Esse standard de jazz famosíssimo e muito regravado por ai é do Thelonius Monk, pianista dos anos 40 que ao contrário dos outros que improvisavam com muitas notas, era econômico e com 2 ou 3 notas fazia o que outros faziam com 10. O que
há 6 meses atrás - Nenhum comentário
O Cool Jazz é um estilo muito difundido pelo Miles Davis nos anos 40. Trata-se de uma melodia lenta, onde se faz cada nota valer, com ar melancólico e que alguns arriscam dizer que é uma melodia preguiçosa. Neste estilo está fora o virtuosismo de notas rápidas. Alguns nomes do cool jazz são: o saxofonista
há 7 meses atrás - Nenhum comentário
A letra desta música é de uma criatividade ímpar. Se você perceber as duas primeiras frases tem apenas uma nota na melodia enquanto a harmonia vai se enriquecendo a cada tempo. Depois nas duas frases seguintes muda para outra nota que se mantém. Na segunda parte da música são utilizadas notas à vontade exatamente de
há 7 meses atrás - Nenhum comentário
Mais um pop conhecidíssimo do Paul Mc Cartney. Aqui toquei a melodia em linguagem violonística e fiz alguns improvisos sobre o tema. Nenhuma mudança na harmonia, de maneira bem simples mas com expressão.
há 7 meses atrás - Nenhum comentário
Música do Steve Wonder que também foi gravada pela Gal Costa. É uma balada pop que eu gravei numa linguagem violonística com direito a algumas improvisações. Um dos raros vídeos que tem um fundo verdadeiro em pleno sofá e à vontade. Usei os microfones C3 da Behringer e o SM-57 da Shure em estéreo cada
há 7 meses atrás - 1 comentário
Linda bossa-nova do Tom Jobim. Aqui fiz um arranjo totalmente violonístico. Fiz o tema e algumas improvisações entre frases. Não mudei quase nada pois a melodia e a harmonia já são bem ricas. Gravei com dois microfones em estéreo. O Behringer C3 e o Shure SM-57. Embora eu grave bastante com o o Yamaha Magicstomp
há 7 meses atrás - 2 comentários
Famoso standard, é uma das músicas mais gravadas no mundo do jazz com diversas versões diferentes. Na minha versão fiz algo bem violonístico com uma mistura de clássico e jazz com bastante improvisação. Gravei com um microfone Behringer C3 e controlei remotamente o Sonar X1 pelo IPAD eliminando ruídos indesejados do PC.
há 7 meses atrás - Nenhum comentário
Mais um hino do Cantor Cristão, hinário batista em desuso há anos. Como a música original é simples procurei dar uma recheada através da técnica de trêmolo, totalmente violonística, como se pode observar na segunda parte da música e na introdução. Não usei nenhum tipo de improvisação, o que é muito raro quando eu toco,
há 7 meses atrás - Nenhum comentário
Famoso standard de jazz com inúmeras regravações. Aqui faço o tema com algumas improvisações em cima. A curiosidade aqui é que gravei esta música no banheiro pra testar o Behringer C3 com certa ambiência ligado no modo Omni para captar a ambiência. Mesmo assim eu coloquei um pingo de reverb pra compensar o espaço muito
há 2 anos atrás
Gostaria de parabenizar o grande musico, atualmente sou aluno da Academia Josué – Cariacica, Espirito Santo.
Tenho como intenção de fazer parte e levar a misica Gospel com sons inesquesiveis as pessoas que aprecião ima boa musica.
Parabens.
há 2 anos atrás
Gostaria de parabenizar o grande musico, atualmente sou aluno da Academia Josué – Cariacica, Espirito Santo.
Tenho como intenção de fazer parte e levar a misica Gospel com sons inesquesiveis as pessoas que aprecião ima boa musica.
Parabens.
há 2 anos atrás
Seja bem-vindo Wagner. Boa sorte nesta caminhada musical e estamos aqui para partilhar informações. Abraço.
há 2 anos atrás
Seja bem-vindo Wagner. Boa sorte nesta caminhada musical e estamos aqui para partilhar informações. Abraço.
há 2 anos atrás
Seja bem-vindo Wagner. Boa sorte nesta caminhada musical e estamos aqui para partilhar informações. Abraço.
há 2 anos atrás
Parabéns pelo lindo trabalho desenvolvido… eu tenho interesse em começar minha caminhada por esses acordes e sonoridade. ATualmente faço piano e arranho no violão. hoje mesmo fui a uma rua famosa aqui em SP procurando um violão com essa tonalidade de graves… onde eu posso encontrar esse tipo de violão? Qual o preço mais em conta para começar a ter esse tipo de sonoridade de graves aveludados ? (gostaria de receber a resposta via e-mail).. desde já agradeço..
há 2 anos atrás
Ola Eliseu! Seja bem-vindo. Este tipo de grave é típico do violão com a construção do tampo em Cedar, que comumente é conhecido como Cedro Canadense, que se caracteriza pelo som mais aveludado, menos volumoso e bem grave, porém com menos sustain.
Já os de tampo em Abeto, comumente chamado de Pinho Sueco ou somente Pinho tem o som mais brilhante. Metálico, com mais foco e sustain, porém demora alguns anos para a madeira abrir o som.
Nunca se engane em dizer qual deles é o melhor, pois não não há. São duas sonoridades distintas com excelentes qualidades para diversas aplicações.
Eu gosto muito de graves e para músicas em estilo bossa-nova, jazz, samba eu tenho esta preferência.
Para músicas eruditas eu prefiro muito mais os de Abeto, pois eu vejo a necessidade de som mais brilhante e aberto.
É tudo questão de gosto.
O meu violão é confeccionado pelo Luthier Diniz. Em lojas você terá que pesquisar antes com os fabricantes qual a madeira utilizada. Se possível dê preferência aos tampos maciços pois a diferença é gritante. O preço também!!!
Violões coloridos geralmente já indicam que a madeira não é maciça e o corte não é o adequado.
Quando o fabricante não indica claramente que o tampo é maciço, com certeza não é.
há 2 anos atrás
Parabéns pelo lindo trabalho desenvolvido… eu tenho interesse em começar minha caminhada por esses acordes e sonoridade. ATualmente faço piano e arranho no violão. hoje mesmo fui a uma rua famosa aqui em SP procurando um violão com essa tonalidade de graves… onde eu posso encontrar esse tipo de violão? Qual o preço mais em conta para começar a ter esse tipo de sonoridade de graves aveludados ? (gostaria de receber a resposta via e-mail).. desde já agradeço..
há 2 anos atrás
Ola Eliseu! Seja bem-vindo. Este tipo de grave é típico do violão com a construção do tampo em Cedar, que comumente é conhecido como Cedro Canadense, que se caracteriza pelo som mais aveludado, menos volumoso e bem grave, porém com menos sustain.
Já os de tampo em Abeto, comumente chamado de Pinho Sueco ou somente Pinho tem o som mais brilhante. Metálico, com mais foco e sustain, porém demora alguns anos para a madeira abrir o som.
Nunca se engane em dizer qual deles é o melhor, pois não não há. São duas sonoridades distintas com excelentes qualidades para diversas aplicações.
Eu gosto muito de graves e para músicas em estilo bossa-nova, jazz, samba eu tenho esta preferência.
Para músicas eruditas eu prefiro muito mais os de Abeto, pois eu vejo a necessidade de som mais brilhante e aberto.
É tudo questão de gosto.
O meu violão é confeccionado pelo Luthier Diniz. Em lojas você terá que pesquisar antes com os fabricantes qual a madeira utilizada. Se possível dê preferência aos tampos maciços pois a diferença é gritante. O preço também!!!
Violões coloridos geralmente já indicam que a madeira não é maciça e o corte não é o adequado.
Quando o fabricante não indica claramente que o tampo é maciço, com certeza não é.
há 2 anos atrás
Ola Eliseu! Seja bem-vindo. Este tipo de grave é típico do violão com a construção do tampo em Cedar, que comumente é conhecido como Cedro Canadense, que se caracteriza pelo som mais aveludado, menos volumoso e bem grave, porém com menos sustain.
Já os de tampo em Abeto, comumente chamado de Pinho Sueco ou somente Pinho tem o som mais brilhante. Metálico, com mais foco e sustain, porém demora alguns anos para a madeira abrir o som.
Nunca se engane em dizer qual deles é o melhor, pois não não há. São duas sonoridades distintas com excelentes qualidades para diversas aplicações.
Eu gosto muito de graves e para músicas em estilo bossa-nova, jazz, samba eu tenho esta preferência.
Para músicas eruditas eu prefiro muito mais os de Abeto, pois eu vejo a necessidade de som mais brilhante e aberto.
É tudo questão de gosto.
O meu violão é confeccionado pelo Luthier Diniz. Em lojas você terá que pesquisar antes com os fabricantes qual a madeira utilizada. Se possível dê preferência aos tampos maciços pois a diferença é gritante. O preço também!!!
Violões coloridos geralmente já indicam que a madeira não é maciça e o corte não é o adequado.
Quando o fabricante não indica claramente que o tampo é maciço, com certeza não é.
há 1 ano atrás
Essa musica do Chick Corea é linda demais. Ouvi uma versão dela, tocava pelo trio de jazz Jazz Pistols. Bom também.